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Federação Distrital do Partido Socialista – demagogia e populismo sobre a retirada do amianto nas escolas

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Publicado em 03 agosto 2020

amiantoFruto da luta e denúncia dos estudantes, professores, encarregados de educação e autarquias o Governo PS viu-se obrigado dar resposta a um problema de há muito, o amianto nas escolas.

Anunciado em Junho, o Governo garante financiar em 100% a remoção do amianto nas escolas, afectando para isso fundos europeus.

As autarquias da CDU que têm a competência, como as outras autarquias, das escolas do pré-escolar e 1.º Ciclo, têm vindo desde há muito a retirar o amianto e a realizar obras de requalificação para garantir melhores condições a estudantes e profissionais da educação. No caso das escolas do 2.º e 3.º Ciclo, que são da competência do Ministério da Educação, temos no Litoral Alentejano escolas não só com amianto, mas a necessitar de obras de requalificação urgentes.

Anunciado que está a retirada de amianto nestas escolas, percebemos que estamos perante uma tentativa desesperada do PS de fazer crer que o problema vai ficar resolvido, recorrendo para isso à mentira e ao populismo.

Acontece que afinal o financiamento a 100% para a remoção do amianto não é garantido. O Aviso de Abertura para a apresentação de candidaturas estabelece um valor de referência para a remoção do amianto de 55€/m2. Este valor é manifestamente inferior ao praticado no mercado, cujos preços rondam os 100€/m2, praticamente o dobro do financiamento dado pelo Governo PS.

Acresce a isto que a proposta de acordo entre Ministério da Educação e os municípios coloca todas as responsabilidades (financeiras, segurança da obra, gestão de resíduos, etc) para as Câmaras Municipais. Uma forma de trabalhar que, de resto, o PS já nos habituou, que passa pela desresponsabilização do Governo por áreas que são da sua exclusiva competência. Com isto o Governo PS, além de não garantir o financiamento na totalidade na remoção do amianto, foge à responsabilidade de eventuais custos adicionais com as obras, empurrando para as autarquias esses encargos.

O Governo PS, em vez de assumir a resolução de problema, de uma forma séria e transparente, prefere entrar em malabarismos políticos, recorrendo à mentira para confundir a opinião pública, e tentando, a todo o custo, empurrar o problema para as autarquias resolverem. Infelizmente, nada a que não estivéssemos já habituados.

As obras de remoção e substituição de amianto nas escolas são urgentes e necessárias, para garantir que a escola pública é um lugar seguro e com as melhores condições de aprendizagem. O PCP tudo fará para essa seja uma realidade e os eleitos autárquicos da CDU mantêm a postura de disponibilidade de tudo fazer para a retirada do amianto, num quadro claro relativamente ao financiamento.

Não à Exploração! PCP questiona governo sobre ameaça de despedimento colectivo na Petrogal

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Publicado em 29 julho 2020

LutapetrogalFace à actual situação da empresa, sobretudo em relação à situação dos seus trabalhadores, entendeu o Grupo Parlamentar do PCP endereçar uma pergunta ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e ao Ministério do Ambiente e Ação Climática no sentido de obter um conjunto de esclarecimentos sobre esta situação.

O PCP recorda que a GALP, que distribuiu 574 milhões euros em dividendos pelos accionistas, avançou cinicamente com a saída voluntária de 200 trabalhadores, chegando a ameaçar com despedimento colectivo caso não aceitem a saída "voluntária". Esta é a mesma empresa que ano após ano foi esvasiando o quadro de pessoal da Petrogal, precarizando o trabalho para empresas subcontratadas, existindo trabalhadores na Refinaria de Sines a trabalhar para a GALP há dezenas de anos sem nunca terem tido vinculo com a GALP.

O Estado é o segundo maior accionista da GALP e os sucessivos governos têm sido coniventes com este comportamento por parte da empresa.

 

 

 

Audição Pública em Grândola junta professores, pais, estudantes e autarcas na defesa da Escola Pública

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Publicado em 27 junho 2020

IMG 20200624 181925O PCP realizou no passado dia 24 de Junho no Cineteatro Grandolense uma Audição Pública com o lema “Reforçar a Escola Pública. Valorizar os direitos dos profissionais e estudantes.” que contou com a participação de Jorge Pires da Comissão Política do PCP e Vanessa Silva do GTAL.

Esta audição pública permitiu recolher opiniões, contributos e testemunhos de professores, associações de pais, estudantes e autarcas sobre a escola pública, que no contexto da actual pandemia atravessa ainda maiores dificuldades.

São flagrantes as condições a que os estudantes do Ensino Básico e Secundário estão sujeitos. Milhares de estudantes na região deparam-se quotidianamente com a necessidade urgente de obras em várias escolas, de contratação de mais funcionários, da retirada do amianto e da implantação de sistemas de ar condicionado em funcionamento nas salas de aula.

As desigualdades no ensino foram sempre evidentes. Sempre esteve à vista de todos o impacto que as condições socioeconómicas das famílias exercem nos estudantes e na qualidade do ensino a que este tem acesso. As desigualdades no acesso à informação, às instalações escolares funcionais e de qualidade e ao apoio de preparação para as avaliações são exemplos que ilustram as debilidades do sistema de ensino.

Actualmente, nesta fase de pandemia, as condições em que se realizaram as vídeo-aulas aumentaram as injustiças, aprofundaram-se as desigualdades, sobrecarregando inúmeros estudantes e professores e revelando-se limitadoras no processo de aprendizagem. Esmagadora maioria dos professores acaba por trabalhar mais, sem que não tenha qualquer compensação por isso. Nalguns casos obrigou a que professores e encarregados de educação tivessem de investir em novos equipamentos informáticos.

A par desta situação os professores continuam a não ter a sua carreira valorizada e o governo minoritário do PS insiste em não contar o tempo integral das carreiras dos professores.

A luta de estudantes, pais e profissionais da educação é imprescindível e inevitável. Com a luta foi possível conquistar direitos como a gratuitidade dos manuais escolares, a redução de alunos por turma, e obras em inúmeras escolas de Norte a Sul do País. Mas certo é também que muito falta para garantir a Escola a que temos direito e que a luta organizada continuará até que esta seja conquistada.

Audição Pública sobre a Saúde pelo reforço do SNS e valorização dos profissionais

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Publicado em 27 junho 2020

IMG 4116Realizou-se no passado dia 17 de Junho uma audição no auditório António Chainho em Santiago do Cacém sob o lema “Reforçar o SNS, Valorizar os Profissionais de Saúde, Garantir o Acesso à Saúde” e contou presença de Jorge Pires membro da Comissão Política do Comité Central do PCP.

Nesta audição além de se apresentar o Plano de emergência para a saúde do PCP, fez-se um diagnóstico dos problemas e necessidades da saúde na região do Litoral Alentejano, por via das intervenções dos seus participantes, sejam profissionais da saúde, utentes ou autarcas.

A realidade é complexa, onde se destaca a grave falta de profissionais de saúde, sobrecarregando o actual contingente, levando os profissionais à exaustão. Este problema que já tem anos foi agudizado tendo em conta o surto epidemiológico que atravessamos, trazendo sérios problemas para os profissionais de saúde e para os utentes.

A agravar estes problemas temos a desvalorização das profissões e suas carreiras na área da saúde a juntar à precariedade laboral ou em alguns casos à falta de condições de trabalho.

O reforço do SNS e a valorização dos seus profissionais é condição essencial para garantir um SNS forte e robusto capaz de dar resposta a todas as necessidades da população, garantindo o acesso de todos a este elementar direito que é a saúde.

PCP solidário com a luta dos trabalhadores!

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Publicado em 25 junho 2020

Luta STALA DORLA do PCP saúda a justa e necessária luta dos trabalhadores, que no quadro da semana de luta convocada pela CGTP-IN, de 22 a 26 de Junho, hoje no Litoral Alentejano assumiu dois momentos altos com uma concentração dos trabalhadores da autarquia de Santiago do Cacém e outra dos enfermeiros.

Os trabalhadores da autarquia de Santiago de Cacém na sua concentração organizada pelo STAL, exigiram a aplicação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco, o aumento dos salários em 90 euros e a fixação do Salário Mínimo Nacional nos 850 euros, a defesa das carreiras e profissões.

A iniciativa dos enfermeiros e utentes no HLA organizada pelo SEP, denunciou a falta de profissionais na USLA exigindo, nomeadamente, a contratação de mais enfermeiros, que no seguimento da Manifestação de 28 de Fevereiro em frente ao Ministério da Saúde em Lisboa a ministra afirmou que se iriam contratar mais enfermeiros para o HLA, mas verdade é que passados 4 meses o saldo é igual a zero. Convém referir, que essa necessidade hoje é ainda mais aguda, tendo em conta o surto epidemiológico agravado ainda mais com o Verão, tendo em conta o aumento sazonal de utentes.

Estes são os trabalhadores que durante este período complicado estiveram na linha da frente, assegurando os serviços públicos como a saúde, a recolha do lixo, o saneamento, a água, a limpeza dos espaços públicos entre outros.

O governo do PS para as grandes empresas foi muito célere a dar apoios, mas para os trabalhadores, além de elogios, nenhuma medida tomou para valorizar o trabalho e os trabalhadores.

Mais que elogios, os trabalhadores exigem a valorização do seu trabalho, o cumprimento dos seus direitos, o reforço dos serviços públicos, condição essencial para combater o vírus e para desenvolver o país.

Luta SEP

  1. PCP questiona governo sobre despedimento colectivo na LAUAK
  2. Boletim "O Complexo" apela à participação na Marcha pelo Emprego
  3. PCP questiona governo sobre interdição de pesca de choco na Carrasqueira
  4. Boletim de Abril Célula do PCP na Refinaria de Sines da Petrogal já está junto dos trabalhadores

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