Sector de Empresas

edp mar2017Está hoje em distribuição aos trabalhadores da EDP um comunicado da Célula do PCP a propósito dos resultados de 2016 que serão anunciados amanhã.

Foi nesse âmbito que se realizaram várias iniciativas de contacto com trabalhadores do Grupo EDP no Litoral Alentejano, na Central Termoelectrica de Sines e em Alcácer do Sal e Santiago do Cacém junto dos trabalhadores da EDP Distribuição. 

Um comunicado onde se destaca a origem dos cerca de mil milhões de lucros: os trabalhadores e os utentes. Um comunicado onde se sublinha a necessidade de recuperar a EDP para o sector público, de combater a crescente precariedade e exploração, de reverter o processo de pulverização da empresa. Um comunicado onde se apela à organização dos trabalhadores.

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psa 2017 0202 1No âmbito da 2ª fase da campanha contra a precariedade “Mais direitos, mais futuro. Não à precariedade realizou-se um contacto com os trabalhadores do Terminal de Contentores – Terminal XXI.

Num momento em que se volta a bater records de movimentação de carga no terminal, a exploração e a precariedade é o que sobra para os trabalhadores. Grande parte dos trabalhadores têm baixos salários e existe uma grande desregulação dos horários de trabalho.

“Sei que pelo menos até as 17 horas vou trabalhar” dizia um dos trabalhadores, sem saber a que horas iria voltar para casa.

manif efatm lx 25012016 3Os trabalhadores do consórcio de manutenção da Refinaria de Sines da Petrogal, deslocaram-se hoje à sede da empresa em Lisboa em luta por aumentos salariais.

Paula Santos, deputada do PCP na Assembleia da República, integrou a delegação do PCP presente nesta acção de luta. Nas breves palavras que a deputada do PCP teve oportunidade de transmitir aos trabalhadores, mostrou a total solidariedade com esta justa luta dos trabalhadores pela valorização dos salários e dos trabalhadores e lembrou as várias iniciativas do PCP na Assembleia da República para valorizar os salários e os trabalhadores, por aumentos salariais, mas também contra a precariedade no trabalho e em defesa da contratação colectiva. Iniciativas estas que vão continuar e que os trabalhadores podem continuar a contar com o PCP nessa mesma luta em defesa dos trabalhadores e do povo.

O PCP relembra que a luta destes trabalhadores, de vários anos, já se manif efatm lx 25012016 5concretizou na melhoria dos contratos existentes, que já passaram de ser pagos “à hora” e tem um contrato a prazo, que conseguiram a melhoria do pagamento do trabalho extraordinário e a conquista de seguro de saúde. A luta destes trabalhadores já é um exemplo de que vale a pena lutar, e que lutando se defende, repõe e se conquista direitos.

O PCP apela aos trabalhadores que continuem unidos na luta em defesa dos seus direitos e justas revindicações e que podem continuar a contar com o PCP.

Expo precariedade1Realizou-se no passado Sábado, 7 de Janeiro, a inauguração da exposição "Mais direitos , mais futuro. Não à precariedade." no Auditório Municipal António Chaínho, em Santiago do Cacém.

Esta iniciativa está inserida na campanha nacional do PCP contra a precariedade, partiu da exposição que esteve em exibição na Festa do Avante 2016, e contou com a participação de João Dias Coelho, membro da Comissão Política do Comité Central.

A exposição estará em exibição neste local até 21 de Janeiro de 2017.

 

repsol nov2016

petrogal nov2016

O PCP esteve hoje na Refinaria de Sines e Repsol em contacto com os trabalhadores distribuindo um folheto nacional sobre o Orçamento de Estado para 2017, as razões do seu voto favorável na generalidade, as suas virtudes e as suas muitas insuficiências.

"O PCP lembra que foi a luta dos trabalhadores e das populações, juntamente com a intervenção decisiva do Partido, que permitiu há um ano afastar do governo o PSD e o CDS e abrir caminho à interrupção da marcha forçada da exploração e empobrecimento que estes pretendiam continuar. Apesar dos passos dados na devolução de direitos e rendimentos, a realidade mostra que o rumo de desenvolvimento económico e progresso social de que o País precisa exige que se rompa com as imposições e a chantagem da União Europeia e a submissão aos grupos monopolistas e ainda que o PCP tenha mais força e pese mais na vida política nacional. Só assim, garante, será possível concretizar uma política patriótica e de esquerda.

A proposta de Orçamento do Estado para 2017, já aprovada na generalidade, consolida medidas que foram tomadas ao longo do ano, no sentido de repor direitos roubados pelo anterior governo. Todas as medidas positivas contaram com a proposta, intervenção e apoio do PCP. Contudo, realça o Partido, trata-se de um OE limitado e insuficiente face às necessidades do País, pelo que o PCP bater-se-à na discussão na especialidade para limitar aspectos negativos e avançar com novas propostas.", in Avante, 10/11/2016