Sector de Empresas

Encontro Celulas

Decorreu no sábado dia 30 de Novembro na Biblioteca Municipal de Santiago do Cacém o Encontro de Células e Trabalhadores do Litoral Alentejano com o lema “Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores. Intervir, Lutar, Avançar - Mais força ao PCP" que contou com a participação de Francisco Lopes, do Secretariado e da Comissão Política do CC.
 
O encontro contou com várias intervenções de camaradas de várias células de empresas do Litoral Alentejano com balanços do trabalho realizado e exemplos concretos de avanços que permitiram o reforço do Partido e das Célula, além de depoimentos de trabalhadores sobre as suas dificuldades no seu local de trabalho, mas também de exemplos de lutas concretas que tiveram um impacto muito positivo nas justas reivindicações dos trabalhadores.
 
Francisco Lopes, na intervenção final, afirmou que a acção política e reivindicativa, exige dos comunistas um permanente esclarecimento dos trabalhadores, combatendo a tremenda ofensiva ideológica, desinformação e ataque ao Partido, denunciando as opções decorrentes da política de direita, que não resolvem os problemas estruturais dos trabalhadores e dos país e só os agravam. E que o reforço do partido é uma questão estratégica e decisiva para o presente e futuro do Partido e da luta dos trabalhadores. Só com o reforço do Partido nas empresas e locais de trabalho, nomeadamente a campanha de 5000 contactos com trabalhadores, estamos em condições de dar uma resposta cabal no que toca ao esclarecimento dos trabalhadores, à ofensiva ideológica e o ataque ao partido, mas também em melhores condições para o desenvolvimento e intensificação da luta reivindicativa. Por um lado, assegurando os avanços alcançados e por outro partir para novas reivindicações e conquistas, criando as condições políticas e sociais para romper com a política de direita e seus protagonistas abrindo caminhos para a concretização da política patriótica e esquerda e a alternativa política que a concretize.

ComplexoEstá em distribuição junto dos trabalhadores do complexo industrial de Sines o boletim “O Complexo”. Neste número fazemos um apelo para a participação na manifestação no 1º de Maio às 11:00 no Jardim das Descobertas em Sines, além de destacarmos conquistas dos trabalhadores, fruto da sua luta, em empresas como a Petrogal, Ecoslops, Euroresinas, EDP, APS e CMN/Martifer.

 

 

APSNo passado dia 29 de Março foi distribuído aos trabalhadores da Administração do Porto de Sines (APS) o boletim da célula dos trabalhadores comunistas na APS, onde se divulgou a pergunta do PCP ao governo sobre a privatização do serviço de combate à poluição.

 

 

petrogal nov2016No seguimento da reunião entre o grupo parlamentar do PCP e os trabalhadores da Refinaria da Sines da Petrogal, o PCP questionou o governo face à sua actuação perante os trabalhadores da Petrogal.

Os trabalhadores e os seus representantes denunciaram a atitude persecutória por parte da administração da Petrogal contra os trabalhadores, onde reina a repressão e intimidação dos trabalhadores em greve.

Essa atitude traduz-se na suspensão de 6 trabalhadores com processos disciplinares, ou de trabalhadores retirados dos seus postos de trabalho para realizarem “estudos” para a empresa, ou ainda a imposição de horários de trabalho que nalguns casos chegam a atingir as 16h por dia e/ou 7 dias por semana.

Por seu lado o governo mantém os despachos que obrigam os trabalhadores a laborar no máximo e com serviços que vão além da laboração habitual, chegando-se ao ponto de pôr em causa a segurança da própria refinaria.

 

Petrogal14fev1BASTA DE REPRESSÃO E TERRORISMO PSICOLÓGICO!

Na passada segunda-feira 25 de Março, uma delegação do PCP, onde incluía o Deputado Bruno Dias, reuniu com trabalhadores da Refinaria da Petrogal e seus representantes.

Nessa reunião foram abordadas questões como a greve que já dura há cerca de três meses.

Os trabalhadores e seus representantes denunciaram a atitude persecutória por parte da administração da Petrogal contra os trabalhadores, onde reina a repressão e intimidação aos trabalhadores em greve. Essa atitude que os trabalhadores consideram de terrorismo psicológico traduz-se na suspensão de 6 trabalhadores com processos disciplinares, aos quais 3 deles visam o seu despedimento, ou de trabalhadores que foram retirados dos seus locais de trabalho para realizarem “estudos” para a empresa, ou ainda trabalhadores que ficam doentes fruto da imposição de horários de trabalho que chegam a atingir em alguns casos 16 horas por dia e ou 7 dias por semana.

Foram ainda denunciados os despachos anti-greve emitidos pelo governo minoritário do PS, em clara afronta ao direito Constitucional à greve mesmo contra sucessivas decisões judiciais, em clara subserviência à administração da Petrogal. Despachos esses evocando a “segurança das instalações”, são na verdade autênticos manuais anti-greve. Os despachos na verdade obrigam os trabalhadores da Refinaria da Petrogal a laborar no máximo e com serviços extra, onde para isso vale tudo, inclusive, pôr em causa a segurança da própria refinaria, como é o exemplo de trabalhadores que chegam a trabalhar 12 ou 16 horas por dia até 7 dias por semana. As condições de trabalho desumanas e irresponsáveis na verdade poderão elas pôr em causa as condições de segurança da refinaria, seja pelo volume excessivo de horas de trabalho seja pela permanente repressão e terrorismo psicológico.

Num quadro em que o Grupo GALP apresenta os seus resultados chorudos de 2018, 741 Milhões de lucros (mais 24% que em 2017), é inconcebível que a administração com o apoio do governo do PS, continuem a impor uma retirada de direitos sociais aos trabalhadores, por via da imposição da caducidade do seu Acordo de Empresa, ao mesmo tempo que os acçionistas dividem os lucros gerados pelos trabalhadores e criam constrangimentos a outras empresas e seus trabalhadores que operam na Refinaria de Sines.

Se é verdade que as condições em que os trabalhadores desenvolvem a luta são muito duras e exigentes, é também claro e notório a unidade no seio dos trabalhadores.

Unidade que se traduz numa poderosa luta, em que a administração com a conivência do governo minoritário do PS, tudo fazem para a boicotar, recorrendo a manobras sujas e repressivas.

Unidade e luta que mais cedo que tarde irão trazer frutos para os trabalhadores e suas justas e legitimas reivindicações, em defesa do seu Acordo de Empresa.

Os trabalhadores podem continuar a contar com o PCP na defesa intransigente dos seus direitos e aspirações.

 

A DORLA do PCP