Mais um ano passa e milhares de estudantes vêem o seu futuro determinado em duas horas. Este ano, como desde o início dos exames nacionais, os estudantes e a JCP, desmascaram e combatem a sua existência. Constituindo a maior ferramenta de filtração e elitização do ensino, são exames iguais para realidades muito diferentes a desnivelar um ensino cada vez mais desigual e injusto.
Na luta contra os exames nacionais sempre ecoou nos gritos dos estudantes: Ano após ano em duas horas filtram-se os estudantes, separam-se os que têm dinheiro e condições de estudo e seguem para o Ensino Superior, uma minoria, e os que não têm vão para o mercado de trabalho como mão-de-obra facilmente explorável.